sábado, 21 de outubro de 2017

Grupo de whatsapp - Uma perda de tempo?

Olá pessoal.

Acredito que quase todas as pessoas que conheço que possua um smartphone faz parte de um grupo de Whatsapp. Grupos de família, de amigos, de escola, de trabalho entre outros. 

Use somente o essencial
A tecnologia facilita muito a nossa vida. Hoje ficou mais fácil a comunicação. Hoje não gastamos quase nada de dinheiro para comunicarmos com pessoas do exterior, com amigos, familiares que moram longe, etc.

Lembro que na década de 90, época que meu pai foi para São Paulo por uns meses ele e minha mãe se comunicavam através de cartas, por um telefone orelhão (único da cidade) ou por um posto telefônico. 

Hoje está muito fácil, mas uma coisa que não só eu, mas muitos percebem que o mau uso da tecnologia acabam atrapalhando muito. Quando eu ando de metrô eu observo que a maioria das pessoas estão mexendo nos seus smartphones e acabam até esbarrando nos outros, pois estão olhando para a tela. No trabalho quando vou almoçar com meus colegas, eles não param de mexer nos seus smartphones. Batem papo com a gente sempre com um ele na mão. Brinco, vocês nasceram com celulares na palma da mão.

Em relação aos grupos de Whatsapp, eu estou em muitos, já fui muito participativo nesses grupos, mas percebi que perdia muito tempo com isso e que 99% das coisas são bobagens. Então, de uns eu saí e de outros eu fiquei, por exemplo, parentes, mas deixei no silencioso, mesmo assim não tem nada aproveitável. Às vezes falo alguma coisa, mas não passo de 2 minutos nisso.

Tenho perfil no Facebook, mas passo semanas sem acessá-lo. E quando acesso não tem nada de interessante lá. Já pensei em excluí-lo. Acho que é isso que irei fazer no futuro.

E aí pessoal, como vocês estão lidando com essas novas tecnologias. 

Abraços,
Cowboy Investidor
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Projeto SUB17

Para quem não sabe, um dos meus hobbies é a corrida. Comecei a correr faz uns 7 meses. Já participei de duas corridas, uma por revezamento e outra de 6 KM individuais. 

No momento a minha pretensão é baixar o tempo. Quero correr com mais rapidez. Falei aqui no blog a minha meta de fazer 5 KM em 20 minutos até o fim do ano, não cheguei ainda nessa meta, faltam 18 segundos para batê-la. Algo que já considero que consigo. Na próxima semana irei participar de uma corrida de 5 KM. Contarei aqui se fiz abaixo de 20 minutos ou não.


Como sou um pouco competitivo, estou lançando o projeto SUB17, ou seja, quero correr 5 KM abaixo de 17 minutos, pode ser 17 cravado também. A minha meta para bater esse tempo são em 4 meses. Para mim é um tempo razoável.

Faço minhas corridas em um parque próximo a minha casa. Considero um lugar bom para correr, apesar de ficar desviando de alguns cachorros do pessoal.

Como pretendo bater a minha meta

  • Fazer intervalados - Treino intervalado de alta intensidade
  • Corridas longas até 21 KM.
  • Correr 4 vezes por semana

Para que eu atinja os 17 minutos em 5 KM eu tenho que fazer um pace máximo de 3:24 min/km, ou seja, 3min24seg em 1 KM.

Abraços,
Cowboy Investidor
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

1 ano de blog

Olá pessoal, 

Hoje faz 1 ano que eu publiquei a primeira postagem. Durante esse ano eu aprendi muito por aqui. Muito obrigado por contribuir aqui com seus conhecimentos. Abaixo há alguns números das conquistas conseguidas durante o ano de blog.


Abraços,
Cowboy Investidor
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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Proventos Recebidos - Setembro de 2017

Olá senhores (as),

A cada dia vejo que meus proventos estão aumentando mais. Esses proventos vêm dos FII e da minha carteira de ações. No longo prazo quero viver de dividendos e não quero desfazer de ativos para cobrir meus gastos.

Os proventos do mês de setembro foram um pouco menor comparado ao mês anterior. Como há variações de pagamentos nos meses. O meu foco é mais no crescimento anual. E isso está ocorrendo muito bem. Também devido ao meu aumento de patrimônio com aportes constantes.

Dei uma revisão nos meus FII's e decidi colocar 2 fundos de shoppings e parar de colocar dinheiro em dois fundos de papeis. Esses fundos tem taxas de performance e neste momento não vejo vantagens nisso. E no longo prazo os fundos de tijolos são mais interessantes.

A minha previsão era bater os 3k de proventos este ano, mas acredito que isso não vai ser possível. 

Proventos Detalhados




Proventos de Setembro: R$ 334,86
Proventos Total ano 2017: R$ 2.244,06

Proventos Total ano 2016 e 2017: R$ 2.331,12

Progresso dos proventos mensais e anuais em gráficos






Estou participando do ranking dos dividendos no blog do Mestre dos Dividendos estou um dos últimos, mas é bom participar de forma saudável desses rankings da galera. Quem tiver interesse é só dar uma passadinha lá.

Atenciosamente,
Cowboy Investidor
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sábado, 7 de outubro de 2017

Ensine educação financeira aos seus filhos

Acredito que a maioria das pessoas do Brasil não recebeu quase nada de educação financeira dos pais quando eram crianças. Eu mesmo recebi pouca, mas aprendi alguma coisa ao ver ao algum comportamento de meus pais, por exemplo, eles não eram gastadores, apesar de vivermos uma vida limitada, eles não eram do tipo de gente que se endividava. E dívidas acabam prejudicando toda a família. 


As crianças adquirem alguns hábitos financeiros vendo exemplos de seus pais. É provável que cometam os mesmos erros que seus pais cometeram ou cometem caso não busquem aprendê-lo.

Ensinar aos filhos educação financeira desde cedo aumenta enormemente sua probabilidade de enriquecimento e reduz em grande medida suas preocupações financeira no futuro.

A educação financeira é a melhor ferramenta que se pode dar aos filhos para assegurar de que no futuro em qualquer que seja a profissão que estejam trabalhando, saibam administrar seus bens, não passar necessidades financeiras, e que desfrutam do seu dinheiro.

Esperar que os filhos aprendam educação financeira na escola não é uma coisa que se pode esperar, pois a maioria das escolas não ensinam. Então, a seguir há algumas maneiras que os pais podem usar para ensinar a seus filhos em casa.

1. Fornecer informações constantes sobre como gerenciar o dinheiro. Isso ajudam os filhos aprender a ter um hábito.

2. Ensinar como a poupar, como fazê-lo o dinheiro crescer e como gastar sabiamente.

3. Ensinar a entender as diferenças entre necessidades e desejos. Isso os prepará para tomar melhores decisões no futuro.

4. Ensinar o poder do juros compostos. Dar exemplos que tal quantia poupada hoje vai ser uma quantia maior no futuro devido a magia dos juros compostos.

5. Para aqueles que dão mesadas aos filhos. Ensine como poupar uma parte desse dinheiro. Por exemplo, gastar uns 60% para diversões e outros gastos e poupar o resto.

6. Abrir uma conta para investimento. Essa conta é importante para que o filho invista o dinheiro poupado. Começar a investir desde cedo é uma das chaves do exito financeiro. 

7. Ensinar como controlar os gastos. Contabilizar o que gasta e o que está investido. Ajudar a analisar o que está tendo maior peso nas despesas e verificar o que pode ser feito.

8. Levá-los quando for fazer compras.  Explicar como escolher produtos de boa qualidade com um preço bom. Aqui é bom já levar uma lista pronta para não comprar nada compulsivo. Comprar apenas o necessário.

9. Alertar os perigos de pedir dinheiro emprestado e pagar juros. Também enriquecimento rápido que muitos espertinhos vendem por aí.

10. Ensiná-los a procurar formas de investimentos na internet, nos livros de finanças, etc.

Os pais podem ensinar aos filhos a ter um negócio desde cedo também.

Quando eu era pequeno meu pai me ensinou a investir meu dinheiro em gado. Por volta dos meus 6 anos eu tive minha primeira bezerra. Através desse investimento eu paguei meus estudos.

Uma coisa que Robert kiyosaki fala que pagar a seus filhos por um serviço é que eles vão ter uma visão de ser empregado. Ele disse que o pai rico dele não pagava ele e nem Mike. Ensinava como obter dinheiro através de um negócio. Foi assim que ele e Mike teve o primeiro negócio que foi o aluguel de revistas em quadrinhos.

E aí pessoal quais as dicas que vocês dariam aos seus filhos?

Abraços,
Cowboy Investidor
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sábado, 30 de setembro de 2017

Atualização do Patrimônio Financeiro - Setembro de 2017: R$ 124.816,99

Olá Senhores (as),

A bolsa continua se valorizando a todo vapor. Mais um mês que estou no azul e com um aumento excelente. Minhas ações tiveram uma boa rentabilidade, chegou a ser maior, mas fecharam no fim do mês um pouco menor.

Agora todos os meus ativos estão no azul. Apenas os FII's que insistiam em ficar no vermelho, mas dessa vez tiveram um aumento muito bom. O TD também teve um bom desempenho.

Os aportes foram apenas em ações. Diminuí a alocação no TD em 5% e aumentei 5% nos FII's.


Saldo Anterior: R$ 113.236,35
Aporte Anterior: R$ 5.122,35

Patrimônio liquido: R$ 124.816.99
Aporte em Ações: R$ 5.451,00
Aporte Total: R$ 5.122,35






Rentabilidade detalhada



A evolução do patrimônio segue firme. Com aportes constantes, reaplicação dos proventos e rentabilidade, a evolução do patrimônio está indo bem.

Hobbies 


Estou seguindo firme nas corridas. Deixei o futebol de lado, pois o pessoal lá anda muito estressado e não estou com paciência para ficar ouvindo reclamação de ninguém e nem de ficar chamando a atenção de ninguém, apesar de ficar calado quase o tempo todo.

Participei de uma corrida de 6 KM neste mês e saí até bem, fiquei em 6º lugar. Não tinha muita gente, acredito que umas 150, mas mesmo assim achei legal. Fiz um tempo bom, comparado a uma pessoa que corre há 6 meses.

Irei participar de uma corrida de 5 KM no mês de outubro, espero fazer abaixo de 20 minutos.


Abraços,
Cowboy Investidor
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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Como aproveitar da sua deficiência para obter vantagens



Acredito que a maioria das pessoas sabem que existem horários especiais para concursados e cotas para deficientes físicos que querem ingressar em alguma instituição pública. 

Nos concursos que prestei a maioria tinham vagas para pessoas deficientes, os que não tinham eram só aqueles que tinha poucas vagas, por exemplo, 1 ou 2. Eu não sou contra essas vagas, até porque a maioria das deficiências podem atrapalhar a vida da pessoa. 

No órgão que trabalho atualmente tiveram vagas para pessoas com deficiência física. Conheço alguns que entraram. Alguns tem problemas de visão, outros em algum membro, por exemplo, pernas e braços.

Para a pessoa ingressar na instituição é preciso passar por uma junta médica para avaliação. Através dessa analise, a pessoa pode ter uma redução de horário de trabalho sem sofrer redução de salário, etc. Você pode ler mais sobre isso clicando aqui.

Eu vou falar especificamente de um caso de um colega meu do órgão que é deficiente físico. A sua deficiência é de nascença, ele manca um pouco da perna e tem um braço meio torto. Eu o perguntei se essa deficiência atrapalhava em alguma coisa e ele disse que não. Ele é programador de sistemas igual a mim. Somos do mesmo concurso e cargo.

Ele trabalha 6 horas nesse órgão, só que ele passou em outro órgão público estatual e está trabalhando atualmente nos dois, ou seja, está acumulando cargos. Como ele trabalha 6 horas no órgão que trabalho o acumulo de cargo é possível, mas uma coisa que eu e alguns colegas perceberam é que ele está tendo vantagem nisso, pois se a junta médica determinou que ele só deveria trabalhar 6 horas por causa da deficiência, isso em tese ele não deveria trabalhar além disso.

Ele ingressou nesse novo concurso há pouco tempo, por volta de 6 meses, mas acredito que ele pode se prejudicar, pois há um cadastro de acumulo de cargos todos os anos no órgão e eles poderão ver isso e perceber que há alguma discordância em relação a isso.

Esse negócio de deficiência é tão chata que para quem trabalha 6 horas e deve alguma hora, ele não pode trabalhar nem uma hora a mais para pagar, tem que trabalhar em outro dia para pagar, por exemplo, no sábado.  

E aí pessoal o que vocês acham sobre esse assunto?

Abraços,
Cowboy Investidor
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Não ter suporte para trabalhar é uma desgraça

Para quem não sabe. Eu trabalho em um órgão público como programador. Meu cargo é analista de sistemas, mas a minha atuação é desenvolver sistemas novos e dar manutenções nos que já existem. Para que um sistema seja desenvolvido há vários processos a executar, por exemplo o levantamento e especificação de requisitos, entre outras até que chega o momento da programação em si.

Para quem trabalha, independente da área, o processo é uma das coisas mais importantes, caso esteja algo errado nisso o trabalho vai sair errado, vão ter vários remendos e altos custos. Só que um processo bem elaborado é um sonho de muitos trabalhadores, pois muitas das vezes isso não acontecem e acabam prejudicando o trabalho.

Estou abordando isso porque onde eu trabalho não tem nada de processo. Tudo é feito na raça, não tem ninguém para especificar, pouca mão-de-obra, ou seja, não tem suporte necessário. Uma coisa que me deixa nervoso é ficar fazendo retrabalho, acrescentado algo toda hora num sistema porque a pessoa que pediu esqueceu ou não sabe o que quer na hora do levantamento dos requisitos. Toda semana há mudanças, coordenadores, diretores, sendo trocados. Nada vai para frente.

Até temos uma metodologia, mas o problema é que ninguém executa. E trabalhar de forma errada acaba fazendo a gente ficar nervoso mesmo que o salario seja bom. Uma das coisas que fazem as pessoas não gostarem do seu trabalho está na forma de trabalhar, no processo. Pelo menos eu sinto isso. Um processo mal feito fazem com que seu trabalho não evolua.

Já trabalhei em várias empresas, poucas tinham um processo bem definido. Outras eram todas bagunçadas. Nesse caso, a empresa tem um custo enorme  nos seus produtos, e caso isso não seja corrigido a falência é eminente. Para quem já assistiu o "Sócio" (exibido pelo canal History), vê que o Marcus Lemonis apresentador e empresário fala muito em processo. E que pessoas, processo e produtos são um dos pilares para a empresa ter sucesso.


Como é na sua empresa? Você que é empresário, empregado, como é o processo aí?

Abraços
Cowboy Investidor


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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Bolha Financeira e Imobiliária no Japão

Olá prezados  (as) leitores (as),

Eu sempre escutei sobre a bolha imobiliária no Japão, mas nunca tinha tido a curiosidade de fazer alguma leitura sobre esse assunto. Não encontrei muita coisa em português, então resolvi pesquisar em outros idiomas. Traduzi um post da Wikipédia que está em espanhol que você pode ler clicando aqui, ou ler um em inglês clicando aqui. Ou ler o post a seguir. Para quem quiser se aprofundar mais nesse assunto há vários artigos em inglês e espanhol.

Evolução histórica do índice de preços das terras em 6 grandes cidades do Japão (1965-2008).

A bolha financeira e imobiliária no Japão (baburu keiki, literalmente, "boom da bolha") foi um processo de reavaliação de ativos financeiros e imóveis ocorridos no Japão a partir de 1980 e terminou em 1990. É considerado um das maiores bolhas especulativas da história econômica moderna.

Abordagem da bolha 


Durante a década de 1980, o Japão teve um superávit comercial elevado, utilizado pelos bancos para aquisição de terrenos e ações. Os preços desses ativos começaram a crescer consideravelmente. O mercado imobiliário cresceu o mercado de ações, o que, por sua vez, provocou o crescimento dos ativos imobiliários. A mecânica do processo consistiu em reavaliar as ações de uma determinada empresa com base em seus imóveis e essa reavaliação foi utilizada para comprar mais imóveis. Durante o período de euforia, a oferta monetária cresceu a uma taxa de 9% ao ano.

Os dados que refletem o aumento dos preços dos ativos imobiliários e de ações são tão espetaculares que alguns analistas devem insistir em que são verdadeiras para a descrença do leitor:

O estudo que se aproxima do fenômeno da bolha japonesa (...) é normal ter duas sensações. O primeiro, de incredulidade (...); Em segundo lugar, é difícil entender como os próprios mercados não impediram os excessos de uma cotação difícil de justificar pelos dados fundamentais das empresas. (...) a principal lição aprendida com a análise de tal fenômeno é a facilidade com que a sociedade o aceita na fase de promoção, porque aumenta o crescimento econômico e beneficia políticos, empresários, banqueiros e uma parte mais ousada da população, prejudicando os custos sociais e econômicos que prejudicam os fundamentos econômicos e a coesão social da sociedade como um todo.

A bolha imobiliária


No período 1955-1989, o valor do imobiliário japonês multiplicou-se por 75, representando 20 por cento da riqueza mundial, aproximadamente U$$ 20 trilhões, equivalente a cinco vezes todo o território dos Estados Unidos, um país que teve uma extensão 25 vezes maior. Apenas a área metropolitana de Tóquio tinha o mesmo valor que os Estados Unidos, e um distrito da capital (Chiyoda-ku) valia mais do que todo o Canadá. Se o Palácio Imperial de Tóquio tivesse sido vendido, o equivalente ao valor de todo o estado da Califórnia teria sido obtido. Os campos de golfe de 1990 no Japão duplicaram o valor da capitalização da bolsa australiana.

A bolha do mercado de ações


Dada a interconexão de valores imobiliários com as ações das empresas, estes também sofreram um processo de reavaliação. O valor das ações da bolsa japonesa multiplicou por 100 no período 1955-1990. Uma única empresa japonesa (Nomura Securities) valia mais do que todas as corretoras americanas. Em dezembro de 1984, o índice Nikkei atingiu 11.542 pontos. Em dezembro de 1989, já havia alcançado 38.915 pontos. Após o estourar da bolha em junho de 1992, o Nikkei caiu para 15,951 pontos. Em geral, hoje em dia pensamos que os altos preços das ações ocultaram uma rentabilidade muito baixa das empresas.

O fim da bolha


Entre o início de 1988 e agosto de 1990, o Banco Central do Japão, confrontado com o risco inflacionário da economia e a depreciação do iene em relação ao dólar, decidiu aumentar a taxa de juros bancária de 2,5% para 6%. Os preços das ações sofreram um declínio acentuado (entre janeiro de 1990 e agosto de 1992, o índice Nikkei perdeu 63% de seu valor) e os preços dos imóveis caíram. Uma vez que as ações foram garantidas por imóveis, o sistema financeiro entrou em uma grave crise. No momento em que a explosão de bolhas especulativas é conhecida como colapso de bolhas.


Fatores que intervieram no nascimento da bolha


Uma série de estudos tentaram esclarecer os motivos que levaram a uma robusta economia como a japonesa a ter essa crise.

Quando a bolha explodiu, muitos pensaram que o Japão havia ultrapassado os Estados Unidos e se tornara a primeira superpotência econômica. Após a Segunda Guerra Mundial, o Japão experimentou um crescimento extraordinário. No período 1955-1972, a economia japonesa cresceu em média 10% ao ano. De 1975 a 1990, o crescimento foi mais moderado, mas ainda alto: 4%. A partir de 1990, o crescimento estagnou em 1% .

O modelo econômico japonês explicou, aos olhos dos ocidentais, a prosperidade do país asiático. Paradoxalmente, esse modelo foi, segundo alguns analistas, a causa da crise. A economia japonesa foi fortemente influenciada pelos valores culturais do confucionismo, do taoísmo e do budismo. O paternalismo capitalista, a idade como paradigma de autoridade, uma tradição de consenso na tomada de decisões que afeta a economia do país, o protecionismo econômico vinculado ao forte nacionalismo, a hiper-regulamentação do mercado de trabalho e a identificação do trabalhador com a empresa (que nas grandes corporações garantiram o emprego vitalício) garantiram um funcionamento eficiente do sistema produtivo.

Por outro lado, a estrutura empresarial japonesa não se assemelhava ao ocidental. No Japão, governava o que chamava de "governança corporativa" e "sistema bancário principal". O último conceito refere-se ao quadro dos "keiretsus" (grupos empresariais) que geralmente tinham uma estrutura no topo da qual era uma entidade financeira sob a qual uma série de empresas com participações cruzadas foram espalhadas. O keiretsus tinha como principal defeito sua fraca transparência financeira (o que, ao que parece, seria decisivo para a crise posterior). Quanto à "governança corporativa", foi uma forte inter-relação entre as esferas política, acadêmica e empresarial, segundo a qual o funcionamento da sociedade japonesa em todas as suas esferas foi garantido pela elite comercial com a aquiescência do governo.

Outra característica da economia japonesa foi a vocação pela exportação, que permitiu a entrada de enormes quantidades de capital estrangeiro sob a forma de lucros. A abundância de riqueza também foi determinante para explicar o aumento dos preços no período de 1980-1990. Segundo os relatórios do Banco do Japão, outros fatores que catalisaram a bolha foram o aumento da demanda, facilitando a política monetária e a demanda excessiva de habitação por razões fiscais.

Alguns analistas negam que o impacto dos ganhos de exportação foi a verdadeira causa da bolha. De acordo com essa análise, as empresas exportadoras eram relativamente independentes do "banco principal", e até então o "principal sistema bancário" mudou sua estrutura: a maioria das entidades dirigiu suas atividades financeiras para o mercado interno, para o setor de construção e empresas imobiliárias. A forte dependência do setor financeiro nessas empresas explicaria o colapso subseqüente do sistema bancário japonês após a depreciação do setor imobiliário.


Consequências do fim da bolha


Como conseqüência da crise financeira, começou uma recessão econômica que ainda continua até hoje. O período é conhecido em japonês como década perdida.

O fenômeno do desemprego, sem precedentes no país sob "governança corporativa", apareceu na sociedade japonesa. Em 2002, o desemprego foi de 5,4%. Devido à perda de valor do imobiliário, houve um efeito de riqueza negativo, que reduziu significativamente o consumo. O preço da habitação não aumentaria novamente após catorze anos e faria 0,3% em média. A crise de crédito como resultado da falência de numerosas instituições financeiras aumentou as dificuldades de crédito e paralisou a economia.

No período de euforia, a engenharia financeira (zai-tekku) substituiu os valores relacionados ao trabalho e à responsabilidade, criando uma espiral de ganância e enriquecimento que rapidamente decompôs alguns dos princípios orientadores da moral pública japonesa.

Esse post foi mais por curiosidade mesmo. O que vocês acham dessa bolha?

Abraços
Cowboy Investidor
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Você acredita no governo?

Você acredita que o governo vai te salvar? Você acredita que vai ter dinheiro suficiente para te pagar quando você for se aposentar na idade imposta pelo governo?



Em 2014 eu entrei no serviço público, o governo tinha mudado as regras de aposentaria dos servidores. Ou seja, os servidores federais que entraram a partir de 2013, o teto da aposentadoria foi equiparado ao regime geral de previdência. Então foi criada um plano de aposentadoria complementar. A Funpresp foi criada. A seguir uma definição.

"A Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo – Funpresp-Exe foi criada pelo Decreto nº 7.808/2012, com a finalidade de administrar e executar planos de benefícios de caráter previdenciário complementar para os servidores públicos titulares de cargo efetivo da União, suas autarquias e fundações."
Definição da Funprep que está seu site.

Na época que entrei era voluntária a adesão. Então, com as maravilhas que ouvia falando da Funpresp resolvi conversar com uma pessoa que é tipo uma espécie de vendedor do plano. Daqui para frente começa o meu erro primário. Não li toda a legislação para saber como funcionava. Então, quando fui conversar com o vendedor eu não sabia muita coisa a respeito.

O que é vendido é que o governo contribui com a paridade, ou seja, se você contribui com R$100,00 ele também vai contribuir igualmente. As alíquotas oferecidas são de 7,5%, 8% e 8,5% sobre valor acima do teto, por exemplo, se seu salário é R$ 7000,00 e o teto é R$ 5000,00, o desconto é encima dos R$ 2000,00. Eu optei por 8,5%, que pelas simulações o salário final na hora da aposentadoria ou do resgate seria maior. Você pode resgatar quando sair do órgão e ter a opção quando chegar na hora da aposentadoria. Claro, com descontos.

Como eu falei anteriormente cometi um erro primário que hoje e nem há alguns anos não cometeria. Contratei o plano sem saber de tudo e o vendedor não falou de todos os detalhes para mim, no meu ponto de vista ele agiu de má fé. A Funpresp faz a propaganda que não cobra taxa de administração, mas não fala que cobra taxa de carregamento que é de 7%, pelo menos isso era na época que fiz. Não fala de outros descontos que acabam minguando o seu dinheiro. Vamos aos detalhes das taxas de descontos conforme a alíquota escolhida:
  • 24,40% para a alíquota de 7,5%;
  • 22,88% para a alíquota de 8,0%;
  • 21,53% para a alíquota de 8,5%.

Então para quem opta pela alíquota de 8,5%, a que eu optei, o desconto é de R$ 21,53 para R$ 100,00 de contribuição, por exemplo. Claro que era mais, pois eu contribui bem mais que isso. Já entrei perdendo grana sem o dinheiro estar investido. Sem contar com taxa de carregamento que é uma facada.  Esse desconto é destinado para um fundo que visa a cobertura de aposentadoria por invalidez, pensão aos dependentes, etc.

Há vários detalhes que não vou relatar aqui, pois esse não é o objetivo. Quando vi que tinha entrado em uma roubada eu pulei fora. Cheguei a contribuir por volta de 1 ano. Esse dinheiro eu não contabilizo, pois só resgatarei quando sair do órgão. O que vier é lucro quando eu for resgatar. 

Hoje a Funpresp investe o dinheiro no Tesouro Direto e isso qualquer um pode fazer por fora sem depender de ninguém. O pior que vejo muita gente confiando que seu dinheiro está seguro e que a paridade é boa. Alguns me perguntaram por que eu saí e eu respondi que eu errei em entrar e tendo a opção de sair eu optei por não ser mais roubado mais ainda do que já sou. Muitos acreditam que é uma boa, pois tem paridade. Confiam muito no governo, não fazem as contas e muitos falam que se não descontar esse dinheiro no contracheque eles não conseguem poupar e investir. 

Para quem quer saber mais de detalhes tem um artigo muito bom que foi elaborado pelo blog do Conhecimento Financeiro.

Crédito imagem: https://www.noticiasagricolas.com.br/

Abraços,
Cowboy Investidor
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Proventos Recebidos - Agosto de 2017

Olá senhores (as),

A cada dia vejo que meus proventos estão aumentando mais. Esses proventos vêm dos FII e da minha carteira de ações. Aumentei 5% na carteira de FII e diminui 5% no TD. A estratégia é aumentar os proventos recebidos, pois no longo prazo quero viver de dividendos e não quero desfazer de ativos para cobrir meus gastos.

Os proventos do mês de agosto bateram recorde e foram os maiores já recebidos. Como há variações de pagamentos nos meses. O meu foco é mais no crescimento anual. E isso está ocorrendo muito bem. Também devido ao meu aumento de patrimônio com aportes constantes.

A minha pretensão é que os preventos do ano 2018 seja o dobro deste ano. Acredito que deverá beirar os 3k neste ano.

Proventos ano 2016

Proventos recebidos: R$ 87,06

Proventos ano 2017

Proventos de Janeiro: R$ 2,73
Proventos de Fevereiro: R$ 231,81
Proventos de Março: R$ 153,30
Proventos de Abril: R$ 286,58
Proventos de Maio: R$ 293,64
Proventos de Junho: R$ 163,57
Proventos de Julho: R$ 329,57

Proventos de Agosto: R$ 448,13
Proventos Total ano 2017: R$ 1.909,20

Proventos Total ano 2016 e 2017: R$ 1.996,26

Progresso dos proventos mensais e anuais em gráficos






Estou participando do ranking dos dividendos no blog do Mestre dos Dividendos estou um dos últimos, mas é bom participar de forma saudável desses rankings da galera. Quem tiver interesse é só dar uma passadinha lá.

Atenciosamente,
Cowboy Investidor
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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Atualização do Patrimônio Financeiro - Agosto de 2017: R$ 113.236,35

Olá Senhores (as),

Agora que estou na casa dos 6 dígitos. A bolsa continua se valorizando a todo vapor. Mais um mês que estou no azul e com um aumento excelente.

As minhas ações tiveram um bom desempenho, e dessa vez fiquei mais uma vez no azul. Apenas os FII's que insistem em ficar no vermelho. O TD também tiveram um bom desempenho.

Os aportes foram em ações e FII de novo. TD estou deixando para escanteio.

Rentabilidade detalhada


Saldo Anterior: R$ 103.540,61
Aporte Anterior: R$ 5.565,69

Patrimônio liquido: R$ 113.236,35
Aporte em Ações: R$ 4.080,45
Aporte em FII: R$ 1.041,90
Aporte Total: R$ 5.122,35




A evolução do patrimônio segue firme. Com aportes constantes, reaplicação dos proventos e rentabilidade, a evolução do patrimônio está indo bem.

Hobbies 


Estou seguindo firme nas corridas e no futebol. Acredito que a minha meta de fazer 5 km em 20 min até o fim do ano vai ser cumprida, pois a minha evolução está indo bem. Quando comecei a correr há 5 meses, a primeira vez que fiz 5 km, o tempo foi de 30 min, e hoje já está abaixo dos 21 min. 

Eu corro outras quilometragens, mas a meta de tempo que coloquei foi só nos 5 km, por enquanto. Fiz inscrições para participar de 2 corridas aqui na minha cidade. Meu objetivo é só para me acostumar em competições. Pretendo ser um amador bom, não só mais um na multidão. 

Abraços,
Cowboy Investidor
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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Como a esquerda infiltrou na zona rural

Vou relatar aqui algumas situações das pessoas que vivem onde eu nasci e fui criado até a minha vida adulta. Eu nasci no meio da década de 80, nessa época não tinha energia elétrica, água encanada, televisão na casa de meus pais e na maioria das casas da região. Tenho poucas lembranças dessa década, mas da década de 90 eu tenho muitas, principalmente quando iniciei meus estudos, por volta de 1992. 


Inicio dos meus estudos


Estudei da 1ª série a 4ª série em uma escola na zona rural. Para chegar a essa escola era cerca de 1 hora de caminhada. Caminho entre pastos e florestas. Esse caminho foi feito durante 4 anos. Claro que eu não iria sozinho. Fazia esse percurso com meus primos, irmãos e colegas que também estudavam na mesma escola. Era um tempo difícil, mas na época nem percebia, pois considerava isso normal. 


Estudos - 5ª série ao 3º ano


Nessa fase eu fui  estudar na cidadezinha que faz parte do município de onde eu sou. Durante os primeiros anos a minha jornada era a pé, a cavalo e de jegue. Muitos colegas da minha antiga escola desistiram de ir estudar na cidade, devido ser mais longe, falta de interesse, etc. Alguns retornaram depois de alguns anos quando o prefeito colocou uns ônibus escolares velhos para nos transportar.

Nessa fase era bem mais complicado, pois era bem mais longe. Muitos desistiram, mesmo quando tinha transporte. Eram uns ônibus que viviam quebrando, mas eu e a grande maioria não desistiram e terminamos os estudos. Desses que concluíram o ensino médio. Acredito que menos de 10% procuraram fazer faculdade ou outros cursos.

Voltando aos anos 90


Eram tempos difíceis. Não tinha água encanada, energia elétrica. Poucas pessoas tinham esses recursos. As pessoas trabalhavam muito, pois sabiam que não tinha ninguém e nem governo para os ajudar. A maioria plantavam, criavam galinhas, porcos, vacas, etc.

Lembro que quando implantou o plano real (não estou defendendo) as coisas começaram a melhorar e no final dos anos 90 a energia elétrica, água encanada chegou. Isso facilitou muito, pois não era preciso mais andar com o gado por quilômetros para dar água  e nem transportar água para beber, lavar e fazer comida. Começamos a ter uma vida mas facilitada. 

Anos 2000


Aqui lembro que o o governo FHC começou com a bolsa-escola, cujo objetivo era pagar uma bolsa mensal em dinheiro às famílias de jovens e crianças de baixa renda como estímulo para que essas frequentassem a escola regularmente. Logo depois que o mandato do FHC terminou e com a entrada de Lula o programa mudou para bolsa família o qual incluía mais coisa, por exemplo, bolsa gás. Aqui vi que as pessoas começaram a ficar preguiçosas. Não trabalhavam como nos anos 90, mesmo as coisas sendo mais fáceis, tendo mais recursos. Pois estavam conformadas com a bolsa esmola. 

Cartão dos esquerdistas

Atualmente, a maioria das pessoas são esquerdistas. Doentes pela esquerda, principalmente pelo PT, pois ficam com medo de perder a bolsa família caso outro presidente seja eleito. Não querem saber de trabalhar. Não plantam, trabalham pouco. Estão conformados com a mixaria que tem, ficam esperando que o governo dê de tudo. Às vezes meu pai procuram alguém para trabalhar para ele, mas a maioria não querem, mesmo pagando bem, oferecendo café da manhã, almoço, café da tarde e jantar.

Eu fico indignado com isso, pois na época que os tempos eram bem mais difíceis as pessoas tinham aquela garra em querer crescer, plantar, criar animais para o sustendo. Hoje elas só querem saber de farra, putaria e ser sustentadas pelo governo. E aqui também entra a mídia, pois elas estão tendo acesso e estão alienadas mais ainda. Não vou cravar aqui, mas acredito que quase 95% da população do meu município recebe bolsa família, mesmo aqueles que não precisam. Nas últimas eleições 90% votaram no PT.

Abraços,
Cowboy Investidor
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Como gastei 150k em 2 anos

Como já falei aqui no blog. Eu sou servidor público há 3 anos. Antes eu trabalhava na iniciativa privada. Nesse tempo o meu salário era muito baixo. Sou da área de TI e estava desanimado com a remuneração, então decidi entrar no setor público. Sei que a maioria aqui não gosta de "funça", mas vi que através disso eu iria conseguir um salário maior o mais rápido possível, porém limitado. Esse post falo de forma sucinta como foi o meu casamento e como torrei 150k em 2 anos. Aqui estou contabilizando só dinheiro líquido.

Em 1 ano trabalhando no novo emprego consegui ganhar mais dinheiro em todos os anos anteriores de trabalhos somados. Sinal que meu salário era uma mixaria, sendo que o salário atual nem é tão alto assim. Sou do escalão das remunerações medianas. 

Antes de ingressar no trabalho público estava trabalhando em uma empresa e quando fui aprovado pedi demissão e recebi tudo que eu tinha direito. Fiquei sem trabalhar só uns 15 dias, então praticamente não fiquei sem salário nem uma vez no ano. 

Como gastei 150k em 2 anos


No primeiro ano a minha remuneração foi menor devido a soma ser do trabalho anterior e do atual. Já no segundo ano essa foi bem alta.
Aqui não estou contabilizando o dinheiro que eu tinha, pois esse dinheiro só deu para eu pagar a entrada do aluguel na nova cidade e comprar alguns móveis e utensílios para casa.

Quando cheguei aqui não conhecia ninguém, nem um parente meu mora aqui. Sei que moram algumas pessoas da minha cidade natal aqui, mas não tenho contato com elas. Era muito gratificante ver a minha contra bancaria no início do mês e ver aquele pagamento que era 3x maior ao anterior. Não gastava quase nada desse dinheiro, apenas pagava minhas contas essenciais e gastava pouco às vezes quando ia para algum lugar tomar umas cervejas com novos colegas.

Como não tinha namorada e nem carro pensei: agora que tenho um bom salário tenho que comprar um carro e arrumar uma namorada para me fazer companhia, pois estou aqui sem parente e nem amigos. Também estou ficando velho e preciso me casar. Então, comecei a sair com algumas mulheres aqui, mas nada sério, até que uma colega minha me apresentou sua amiga e comecei a levar o relacionamento a sério. Depois comprei um carro para andar com a namoradinha. 

Não sou um cara muito de sair, sou mais caseiro, mas a minha ex gostava de sair todo fim de semana. Até que comecei a gostar disso, mas como não sou gastador, frequentávamos lugares mais acessíveis. Apesar de pouco tempo de relacionamento nos dávamos bem. Não brigávamos, nos entendíamos bem. Pensei: essa mulher é gente boa, acho que isso pode dar casamento e acho que ela pensava o mesmo de mim. Alias, ela já estava louca para casar, pois já estava na casa dos 30.  Então, depois de algumas conversas decidimos nos casar durante um ano de namoro.

Durante o primeiro ano de relacionamento eu consegui juntar uma boa grana, mas como casei esse dinheiro foi gasto para arcar com o casamento, compras de móveis, eletrodomésticos, lua de mel, algumas viagens, etc. Fiquei zerado. Como falei no post anterior, gastei pouco com a festa do casório, pois os pais da minha ex arcaram com a maior parte.

Já depois de casados eu mudei do meu antigo apartamento e aluguei um maior. Já na primeira semana a mulher já começou a mudar de humor, não parecia aquela mulher tranquila antes de morar comigo. Já estava começando a me tratar com rancor e com palavras de baixo calão. Coisa que mulher nenhuma tinha feito isso comigo antes. Não a tratei do mesmo jeito. Como hoje sou um cara calmo, fui para o dialogo e falava que isso não é coisa que se faz e que o respeito é essencial para um relacionamento. Claro que isso não adiantou nada. As coisas só estavam piorando e às vezes tinha que ir dormir em outro quarto pois era impossível dormir no mesmo quarto devido a encheção de saco ser enorme.

Afundado na matrix, mas mesmo assim já não contentava com um relacionamento desse jeito. Não aceitava ser tratado dessa maneira depois de sair da pobreza, ter passado por várias dificuldades na vida e quando já com uma vida financeira boa ser perturbado por uma pessoa que não te ajudou em nada, que apenas estava desfrutando da suas coisas conquistadas. Fiz até terapia de casal para ver o que dava, claro que não resolveu nada, apenas gastei dinheiro. Ainda bem que foi pouco. Então, decidi que isso não deveria seguir em frente e teria que terminar. 

Nesse segundo ano praticamente não consegui poupar quase nada, pois viajei algumas vezes, comprei mais coisas para casa. A minha ex ajudava financeiramente em algumas coisas, mas era bem pouco. O que poupei gastei para sair de casa. Deixei tudo que eu tinha comprado para trás, paguei o divórcio. Estava apenas em busca de paz. Como morávamos de aluguel ela voltou para a casa dos pais. Juntamente com as coisas que eu tinha comprado e ganhado de presentes de casamento. Os meus ex-sogros ficaram putos. A minha ex-sogra até me ligou chorando para eu tentar mais uma vez, eu apenas falei que eu queria paz na minha vida e nunca mais falamos. Depois disso a ultima vez que vi a minha ex foi no dia da assinatura do divórcio. Depois desse dia meus dias ficaram totalmente em paz, pois não tinha mais nenhum vinculo com ela.

Conclusão


Fui muito burro nesse relacionamento. Deveria ter saído no inicio quando começou a dar merda. Não ter casado com 1 ano de relacionamento.
Aprendi ver o casamento de outra forma. As pessoas falavam que era bom, mas depois que você entra vê que é outra coisa. Não vem me falar que é por que o meu deu errado que eu sou pessimista. Hoje sou observador e vejo que a maioria são cheios de traições de ambas as partes, falta de respeito. Vivem mais de aparências. 

Não estou pregando aqui para não casar. Cada um decide o que quer da vida. Eu mesmo não pretendo casar outra vez.

Essas merdas que aconteceram comigo deu para tirar alguns aprendizados. Nesse intervalo conheci a finansfera e comecei a investir. E cada vez aprendo mais por aqui. 

Abraços,
Cowboy Investidor
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domingo, 20 de agosto de 2017

Como conheci a finansfera

Faz quase 1 ano de blog e não falei como conheci a finasfera. Pois é, em no início de 2015 eu estava em casamento péssimo e afundado na matrix comecei a buscar depoimentos de relacionamentos na internet, pois no dia a dia as pessoas que eu conhecia que eram casadas falavam que era normal o casamento no início ser complicado, mas eu não achava isso normal, pois era uma merda e não contentava que a minha vida continuasse assim só para manter uma pessoa ao meu lado enchendo o meu saco quase todos os dias.

O Chaves era o personagem que o Pobretão usava no blog
Vasculhando na internet acabei descobrindo o blog do Pobretão que falavam sobre casamentos, finanças e vi que tinham outros blogs na lista. Assim comecei a ler os blogs parceiros, etc. Não entendia aquela tabela de ranking no início, só depois de alguns dias que fui entender. Já conhecia o blog do "Viver de Dividendos", mas não sabia que ele fazia parte da finasfera (falo dos blogs que não visam lucros). 

Comecei a ler muito as postagens dos blogs e o meu interesse e aprendizado sobre finanças aumentaram muito e o meu casamento ficando cada vez pior. Vi que estava perdendo muito meu tempo e acabei saindo fora do casamento e depois de algum tempo achei interessante criar um blog para eu registrar a minha corrida em busca da IF.

Parece que algumas coisas ruins que acontecem com a gente vem para abrirmos os olhos. Antes do meu casamento nunca tinha pensado buscar IF, era uma pessoa controlada, não era gastador, mas não tinha dinheiro, possuía alguns trocados. Não conformava com a vida de trabalhar 20, 30, 40 anos para aposentar. Queria investir, mas não tinha o pensamento que tenho hoje que é atingir a IF e sair fora do meu trabalho e fazer outras coisas que gosto.

Durante o casamento ganhei até uma quantidade de dinheiro razoável, mas não consegui juntar nada, pois gastei comprando coisas para a casa, como: móveis, eletrodomésticos, etc. Gastos com a lua de mel e o pagamento do casório que foi uma pequena parcela para mim, sendo que a maioria foram dos pais da noiva, mas se tratando de uma festa cara, foi uma boa grana que desembolsei. Acho que eles desembolsaram cerca de 50k. O que eu acho um absurdo, pois é um dinheiro que é consumido em poucas horas e sem contar que hoje os casamentos não duram.

Vou fazer um post no futuro que irei relatar meus dois anos que não consegui aportar nada, sendo que o dinheiro que tenho agora é de  1 ano de aporte. Era para o meu patrimônio ser bem maior. Agora é seguir em frente e tentar aprender com os erros. Coisa que já estou aprendendo.

Sou muito grato por ter tido conhecido a finasfera, pois saí de uma matrix que a maioria estão afundado até o pescoço.

Abraços,
Cowboy Investidor    
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domingo, 13 de agosto de 2017

Proventos Recebidos - Julho de 2017

Olá senhores (as),
A cada dia vejo que meus proventos estão aumentando mais. Esses proventos vêm dos FII e da minha carteira de ações. Tenho algumas ações que pagam até bons dividendos, mas a maioria pagam mixaria. Claro que eu não me importo muito com isso, desde que elas me dão retorno através de crescimento.

Os proventos do mês de julho foram maiores comparado ao mês passado. Como há variações de pagamentos nos meses. O meu foco é mais no crescimento anual. E isso está ocorrendo muito bem. Também devido ao meu aumento de patrimônio.

Proventos ano 2016

Proventos recebidos: R$ 87,06

Proventos ano 2017

Proventos de Janeiro: R$ 2,73
Proventos de Fevereiro: R$ 231,81
Proventos de Março: R$ 153,30
Proventos de Abril: R$ 286,58
Proventos de Maio: R$ 293,64
Proventos de Junho: R$ 163,57

Proventos de Julho: R$ 329,57
Proventos Total ano 2017: R$ 1.461,07

Proventos Total ano 2016 e 2017: R$ 1.548,13

Progresso dos proventos mensais e anuais em gráficos











Quando vejo esses gráficos fico muito feliz e isso é muito bom, mesmo que seja pouco. Vejo meus retornos tanto através de rendimentos quanto de crescimento da minha carteira. Esses proventos são todos reinvestindo. No momento meu foco é o aumento do patrimônio, mas no longo prazo quero ter uma renda passiva razoável para que eu não precise vender ações para cobrir as despesas. 

Atenciosamente,
Cowboy Investidor
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domingo, 6 de agosto de 2017

Como estão alocados meus ativos

Olá senhores (as) leitores (as),

A seguir exibirei alguns gráficos da alocação da carteira dos meus ativos. Atualmente invisto em ações, FII e TD. Tenho um terreno, mas não incluo nessa carteira devido o valor ser baixo e de pouca liquidez.

Carteira Total



O objetivo da carteira é de 80% em ações, 10% FII e 10% TD. Atualmente a minha carteira está balanceada. 

Setor de alocação das minhas ações




Como podem ver estou mais exposto ao setor financeiro e consumo cíclico. Tenho algumas ações de bancos e outras que não são banco, mas estão envolvidas com o setor financeiro. No consumo cíclico estão as empresas que produzem produtos de consumo rápido. Mesmo em crise as pessoas vão ter que consumir, então aloquei uma boa porcentagem para esse setor. Já nos outros setores eu dei uma balanceada parecida. 

Atualmente a minha carteira tem 16 ações. 75% são de Blue Chips e 25% de Small Caps. Queria diminuir a quantidade de ações (para 12), mas as empresas estão tendo um bom desempenho, então por enquanto vai ficar assim.

Setor de alocação dos FII




Nos FII's minha alocação está mais voltada para fundos que tem imóveis físicos. Apenas 20% desses fundos são de papéis. Esses tem um maior DY, mas não me sinto confortável colocando um bom dinheiro neles. Já no setor de lajes fico mais confortável, mesmo com DY menor. Isso devido ele ter o um ativo real. Atualmente tenho 9 FII's na carteira.

Alocação no TD



A minha alocação no TD a maior porcentagem é em TD+ IPCA. E de agora para frente vou colocar dinheiro apenas nesse tipo de título. Pretendo investir apenas no TD Princ+ IPCA (2045). Os títulos prefixado investi devido a taxa estar muito boa quando comprei (16% a.a). Deveria ter comprado mais, mas não tinha muita grana na época. 

Não estou querendo muito investir em renda fixa, mas vou continuar com meus objetivos, mesmo que o momento não esteja tão atraente.

Eu não coloquei quais ações e FII estou investindo porque não quero induzir a ninguém seguir a minha estratégia. É isso pessoal. Qualquer sugestão ou dúvida é só deixar nos comentários.

Abraços,
Cowboy Investidor
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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Atualização do Patrimônio Financeiro - Julho de 2017: R$ 103.540,61

Olá Senhores (as),

Finalmente consegui os 100k. Agora estou na casa dos 6 dígitos. Era uma meta que que pretendia bater no fim do ano, mas como vendi o meu carro e com aportes acima do planejado consegui atingir bem antes. Agora é seguir sempre aportando constantemente. Assim, a minha IF vai ficando mais próxima.

No mês de julho as minhas ações tiveram um bom desempenho, e dessa vez fiquei no azul. Apenas os FII's que estão no vermelho.

Os aportes foram em ações e FII. Faz um bom tempo que não aporto em TD. Não estou gostando muito de renda fixa. Tenho apenas 10% de alocação.

Saldo Anterior: R$ 94.987,07
Aporte Anterior: R$ 8.869,21

Patrimônio liquido: R$ 103.540,61
Aporte em Ações: R$ 4.115,75
Aporte em FII: R$ 1.449,94
Aporte Total: R$ 5.565,69




A evolução do patrimônio segue firme. Com aportes constantes, reaplicação dos proventos e rentabilidade a evolução do patrimônio está indo bem.

Abraços,
Cowboy Investidor
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Qual o seu padrão de vida?

Atualmente eu ouço muitas pessoas reclamando sobre a crise. A falta de emprego, a falta de dinheiro entre outras. Há pessoas que escolhem viver um padrão de vida consciente. Gastando o necessário, poupando algum dinheiro, já outras vivem um padrão não condizente com a sua renda, e com isso não poupa nada. Não preocupam com o futuro, pensam que o emprego atual é para sempre, e acabam torando tudo. Sobre estabilidade de emprego isso é muito comum para servidores públicos. Eles pensam que não perderão o emprego, mas isso não é o que estamos vendo com a política atual. O futuro é incerto para esse tipo de emprego.

Há muitas pessoas que vivem apenas de aparências. Sempre estão consumindo, comprando coisas que não precisam. Postando fotos em redes sociais com sorrisos, mas no fundo sabem que isso não condiz com a sua vida atual. Esse tipo de pessoa quando perde o emprego fica desesperada, mas mesmo assim tenta manter o padrão. Assim, acaba se endividando total. 


Como aumentar o seu padrão de vida de forma satisfatória


Desde criança sonhamos em possuir algo. E isso não é errado. O problema é que muitos não entendem que isso é de forma gradual. Como a maioria é pobre, uma forma de conseguir aumentar o padrão de vida que cabem no bolso é tendo um emprego bom, um empreendimento. E sempre procurando crescer no ramo que você atua. Assim, você irá conquistando as coisas que sempre almejam, mas de forma consciente. 

Ter um alto padrão de vida não quer dizer que você tem uma boa qualidade de vida. Quem mantém um alto padrão de vida incompatível com sua realidade a sua qualidade de vida é ou pode ser afetada negativamente, pois sempre tem alguma dívida, sempre ficam preocupadas e inseguras. E não querem que outras pessoas do meio o vejam baixando o seu nível. Isso tudo acabam afetando a saúde da pessoa.

Muitos colegas falam para mim: "Cowboy você mantem seu padrão de vida igual o anterior. Deixe de ser mão-de-vaca". Esses colegas falam isso porque hoje a minha renda é maior 4x a anterior, mas porque eu mudar meu padrão de vida, sendo que o anterior eu vivia de forma satisfatória. Com isso eu poupo mais, fazendo com que a minha independência financeira chegue mais rápido. 

Se a pessoa tem uma vida satisfatória e sua renda aumenta. Não há muita necessidade dela aumentar o padrão proporcional a sua renda. Compre algo que deseja, viaje para os lugares pretendidos, mas aproveite esse aumento e aumente os seus aportes. Se cada vez que a sua renda aumenta e você aumenta os seus gastos, isso fica parecendo que sua renda não aumentou.

Abraços,
Cowboy Investidor
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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Filme - The Rookie / Documentário - Manny

Atualmente estou assistindo a alguns filmes e documentários na netflix. O filme e o documentário que recomendo aqui já faz algum tempo que foram lançados. Quem não assistiu eu recomendo a assistir, pois ambos são muito bons. A seguir a uma descrição e o trailer.

O filme

The Rookie (Desafio do destino)
Baseado em fatos reais, o filme conta a história de um treinador que descobre que nunca é tarde demais para os sonhos se tornarem realidade. Jim Morris nunca conseguiu sair das ligas menores por causa de uma lesão no ombro que encerrou sua carreira de lançador doze anos atrás. Agora, Jim é um professor de ciências, casado e com filhos, e técnico de beisebol no Texas, sua equipe faz um trato com ele: se vencer o campeonato distrital, Jim tentará competir em uma liga maior.


O Documentário

Manny
O documentário acompanha a jornada de Manny Pacquiao. Desde a sua vida miserável até ele virar uma lenda do boxe.

Abraços,
Cowboy Investidor
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

10 erros mais comuns com o dinheiro

Uma grande porcentagem das pessoas depende da família ou do seu parceiro, e há outro grande grupo de pessoas trabalhadoras ativas que só se preocupam quando o fim do mês se aproxima e não tem mais dinheiro para se manter ou quando se aproximam de uma idade onde começam a pensar sobre a aposentadoria e a possibilidade de reduzir a sua renda monetária regular.


A seguir cito os erros mais comuns que fazem as nossas finanças pessoais irem para o ralo.

1. Gastar mais do que ganha


Esse erro é muito comum. A maioria das pessoas comete esse erro. Fazer um controle do seu orçamento é essencial. Não estoure seu orçamento. Há muitas planilhas na internet para controle de finanças pessoais. E também a variedade de aplicativos para dispositivos móveis é bem grande.  Não há desculpas. É só se organizar. 

2. Manter em uma zona de conforto


Isto significa gastar tudo o que entrou, comprar coisas que não precisamos, não guardar ou fazer sacrifícios de qualquer tipo. 

3. Acreditar que é tudo culpa do governo


É de fato que muitas das vezes somos vítimas de muitas decisões economicamente erradas, podemos dizer que não estamos protegidos por nossos governantes ao longo da história e sabemos que a inflação afeta bolso de todos. Viver reclamando e não fazer nada não é a solução. Devemos  nos informar, ser consumidores inteligentes, nos proteger e ser vigilantes sempre.

4. Abusar do cartão de crédito


O cartão de crédito é uma faca de dois gumes. Pode ser muito útil e por vezes muito perigoso em outros casos. Quem não sabe usar essa forma de pagamento acabam se endividando, pois enquanto tiver limite e promoções a pessoa continua comprando.

5. Comprar coisas que não precisamos


Não há muito a esclarecer este ponto. Infelizmente somos invadidos por propagandas que nos condicionam sobre o mais legal, atraente, popular, e que se comprar tal produto ou serviço irão nós fazer mais felizes. Temos de aprender a não preencher um vazio existencial com objetos materiais.

6. Não se proteger


Não pagar o seguro de carro, casa, saúde ou de vida pode acabar deixando muito mais caro se tivermos um acidente, um roubo ou ficarmos doente. Claro que esses itens que citei são essenciais, mas uma reserva de emergência é primordial. E claro, os investimentos em ativos.

7. Acreditar que nunca vai envelhecer


"Por que poupar para o futuro? Nem sei se vou estar vivo na velhice. Pretendo nunca me aposentar ou vou me aposentar aos 65 anos." Não parece um bom plano, certo? É melhor nos prevenir. Poupar, comprar ativos para termos uma vida confortável na velhice.

8. Confiar demais


Isto implica questões como construir em uma terra estrangeira, colocar os ovos na mesma cesta, alugar propriedades sem um contrato, colocar algo em nome de um membro da família ou amigo, investir em projetos privados e desconhecido, sem prova de qualquer tipo, e muitas outras situações. A melhor coisa é diversificação, assim fica mais difícil perder tudo.

9. Ter vícios


Ter vícios em jogos de azar, baladas, beber em excesso, consumir substâncias que causam dependência, além de ser prejudicial para a nossa saúde, também pode gerar grandes problemas financeiros a curto ou longo prazo.

10. Depender apenas de uma fonte de renda


Não construir fontes alternativas de renda é como andar encima de uma corda a 10 metros de altura sem proteção para queda. Se você cair aí ferrou tudo. Por isso, sempre é bom poupar e investir. Aplicar seu dinheiro em ações, imóveis, renda fixa, etc.


Abraços,
Cowboy Investidor
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